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A montadora chinesa DFM planeja lançar até cinco SUVs híbridos no Brasil entre 2026 e 2027. Modelos como Huge, Mage, Courage, Free e M-Hero fazem parte da estratégia de eletrificação da marca no país.

O juiz federal Friedmann Anderson Wendpap determinou que a União adote mecanismos mais rígidos de controle sobre instrutores autônomos cadastrados na plataforma “CNH do Brasil” no Paraná. A liminar exige certificado de regularidade do DETRAN/PR e outras medidas para evitar fraudes.
A Honda encerrou o ano fiscal de 2025 com prejuízo pela primeira vez em 70 anos, reflexo do cancelamento de projetos de veículos elétricos. O prejuízo fiscal foi de R$ 13,4 bilhões, parcialmente compensado pelo bom desempenho no segmento de motocicletas. A montadora agora aposta em veículos híbridos para voltar à lucratividade até 2030.
No Maio Amarelo, a campanha de conscientização para redução de acidentes de trânsito, destaca-se o papel do engenheiro na segurança viária. Profissional é responsável por projetos geométricos, sinalização e drenagem que podem evitar sinistros.
A Honda antecipou o novo Civic por meio de um conceito que promete design revolucionário. O sedã será o primeiro de uma nova família de híbridos sobre plataforma inédita, com lançamento internacional até 2027 e chegada ao Brasil na sequência.

Curitiba ultrapassou São Paulo no ranking de horas perdidas em congestionamentos, com 135 horas anuais contra 132 da capital paulista. Especialistas apontam aumento da frota, expansão metropolitana e perda de competitividade do transporte público como causas. O fenômeno acende alerta sobre a mobilidade urbana no Brasil.

A Chevrolet lançou uma promoção para os modelos Onix e Onix Plus 2026, com descontos de até R$ 20 mil. A oferta é válida apenas para pessoas físicas e para carros 0 km, com taxa zero em 12 meses para quem der entrada de 72%. A promoção termina no dia 31 de março.

Artigo de Paulo Daniel Ferreira de Menezes e Elaine Cristina Santos Leal aborda o populismo penal no trânsito, criticando o foco em punições severas sem evidências de eficácia. Os autores apontam um ponto cego na segurança viária: a negligência com políticas preventivas e estruturais.





