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Uma pesquisa da Serasa/Zapay revela que 57% dos proprietários consideram ter um veículo próprio vantajoso. O levantamento também aponta que 63% usam o carro diariamente, principalmente para compras e trabalho. Além disso, a desvalorização de veículos populares pode chegar a 15% ao ano.

Quase um em cada três sinistros nas rodovias federais brasileiras está relacionado à saúde do motorista, segundo estudo da Abramet. Os dados, baseados em registros da PRF entre 2014 e 2024, mostram que fatores ligados ao comportamento e à saúde dos condutores somam cerca de 80% das ocorrências.

O Atlas da Violência 2026 revela que motociclistas já são 41,6% das vítimas fatais no trânsito brasileiro. Entre 2019 e 2024, as mortes em sinistros com motos cresceram 38%. Norte e Nordeste concentram os cenários mais preocupantes.

A campanha Maio Preto denuncia a omissão do poder público diante da violência no trânsito. Diretor da Fenive analisa que mortes ocorrem diariamente e que o Brasil falha em fazer cumprir a legislação existente.

A temporada de declaração do Imposto de Renda traz dúvidas específicas para motoristas de aplicativo. Uber, 99, Lalamove e inDrive reúnem centenas de milhares de profissionais no Brasil. Diferentemente de quem recebe salário via CLT, esses trabalhadores precisam organizar suas próprias contas com o Fisco.

O Anuário da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de 2025 aponta que o número de mortes em rodovias federais voltou a ultrapassar 6 mil óbitos, após o menor patamar histórico em 2020. Minas Gerais lidera o ranking de mortes, e a BR-381 é a rodovia mais letal do país.
Pesquisa inédita realizada com vítimas internadas no Hospital das Clínicas de São Paulo mostra que a presença de radares está associada a sinistros de moto menos graves. O estudo aponta que 95% dos locais analisados não possuíam fiscalização eletrônica e que o relaxamento das regras pode aumentar mortes e feridos.

A ideia de renovar a CNH automaticamente, sem exames médicos, ganhou força com a MP 1.327/25, mas o Congresso alterou o texto. Agora, a avaliação de aptidão física e mental permanece obrigatória, frustrando a expectativa de milhões de condutores.

Se locomover nas cidades brasileiras é desafiador. Com mais de 77 milhões de veículos, o custo mensal de um carro popular chega a R$ 2 mil, levando muitos a buscar alternativas como transporte público, aplicativos ou assinatura.

Um estudo recente aponta que a tarifa zero no transporte público pode atuar como política de impacto social, liberando renda das famílias e movimentando R$ 60 bilhões por ano na economia. A medida teria efeito distributivo comparável ao Bolsa Família, mas enfrenta desafios de financiamento.