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Mortes de pedestres no Brasil: dados recentes reforçam alerta


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Mortes de pedestres no Brasil: dados recentes reforçam alerta
Crédito: www.portaldotransito.com.br

O Brasil registrou 5.682 mortes de pedestres no trânsito em 2024, conforme dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), disponibilizados pelo DATASUS. O número representa uma média de aproximadamente 15,5 óbitos por dia. A estatística reforça a gravidade do problema e a necessidade de atenção às travessias em todo o país.

Os dados do DATASUS oferecem um panorama nacional da mortalidade de pedestres. Eles mostram que, apesar de campanhas e investimentos em infraestrutura, o trânsito segue sendo um espaço de risco para quem se desloca a pé. Os dados não incluem distribuição por região ou faixa etária.

Rodovias federais têm alta nos atropelamentos

Entre janeiro e junho de 2026, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 1.658 atropelamentos de pessoas e 498 mortes nas rodovias federais. No mesmo período de 2025, foram 1.456 ocorrências e 438 mortes. A comparação representa crescimento de aproximadamente 13,9% nos atropelamentos e 13,7% nos óbitos.

O aumento nos números acende um alerta para a segurança viária nas estradas sob jurisdição federal. A PRF não detalhou as causas do crescimento, mas os dados indicam uma tendência preocupante. Não há informação sobre os trechos com maior concentração de casos.

Fontes diferentes, números distintos

É importante destacar que o DATASUS apresenta o panorama nacional de mortalidade; a PRF reúne ocorrências nas rodovias federais; e o balanço da ANTT contempla rodovias federais concedidas no período informado. Os totais não devem ser somados, pois podem haver sobreposições. Cada base de dados tem abrangência e metodologia próprias.

Essa distinção evita interpretações equivocadas sobre a dimensão do problema. Não há informação sobre duplicidade entre os registros. A transparência metodológica é essencial para análises corretas.

Orientações da PRF para motoristas

A PRF orienta reduzir a velocidade para até 40 km/h e redobrar a atenção ao identificar pedestres nos acostamentos, perto de passarelas ou às margens das rodovias. A recomendação visa prevenir atropelamentos, especialmente em trechos com maior circulação de pessoas. A corporação não especificou qual a redução de velocidade adequada.

Para os motoristas, a atenção redobrada é uma medida simples, mas eficaz. A PRF também destaca a importância de respeitar os limites de velocidade e sinalização. A fonte não detalhou se haverá fiscalização intensificada em áreas críticas.

Recomendações para quem caminha

Para quem caminha, a PRF recomenda utilizar as estruturas destinadas à travessia, como passarelas e faixas de pedestres. Em condições de pouca luz, roupas claras e uma lanterna podem ajudar na visibilidade. Essas medidas reduzem o risco de acidentes, especialmente à noite ou em dias chuvosos.

Além disso, a PRF sugere que os pedestres evitem caminhar pela pista e utilizem os acostamentos quando não houver calçadas. A fonte não detalhou se há campanhas educativas em andamento, mas as orientações são claras. A adoção dessas práticas pode salvar vidas.

Medidas estruturais defendidas por especialista

Entre as medidas defendidas por Celso Mariano estão calçadas acessíveis, redução da velocidade em áreas com circulação de pedestres, sinalização visível e tempos semafóricos adequados. Essas ações visam criar um ambiente mais seguro para todos os usuários da via. Celso Mariano, especialista em segurança viária, defende essas medidas.

As medidas estruturais complementam as orientações comportamentais. Elas demandam investimento público e planejamento urbano. Não há informação sobre projetos em andamento para implementar essas melhorias.

O cenário apresentado pelos dados reforça a urgência de políticas integradas de segurança viária. A combinação de infraestrutura adequada, fiscalização e educação pode contribuir para a redução das mortes de pedestres no Brasil.

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