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Em 2025, as rodovias federais registraram 6.043 mortes, com destaque para as pistas simples, que somaram 4.143 óbitos. Especialistas apontam que a infraestrutura viária tem papel decisivo na gravidade dos acidentes, superando a imprudência como fator principal.
O Código Identificador de Operação de Transporte (CIOT) tornou-se obrigatório para o transporte de medicamentos termolábeis no Brasil. A medida, que integra o CIOT ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), visa aumentar a rastreabilidade, mas especialistas alertam para riscos de atrasos que podem comprometer a cadeia fria.

O Governo Federal suspendeu 3,4 milhões de multas de pedágio eletrônico. A regularização não é automática e exige ação do motorista. Saiba prazos, formas de pagamento e onde recorrer.

A FETCESP ressalta a importância do Maio Amarelo para mobilizar a sociedade em torno da segurança viária. Dados da PRF de 2025 mostram 72.483 sinistros, 6.044 mortes e mais de 83 mil feridos nas rodovias federais.

O Projeto de Lei 2272/2026, do deputado Jorge Goetten, institui um programa emergencial de apoio financeiro às autoescolas afetadas por mudanças na formação de condutores. O auxílio prevê pagamento mensal de R$ 1 mil por instrutor, por seis meses, com possibilidade de prorrogação.

Veículos pesados têm papel central na segurança viária. A condução preventiva e a manutenção adequada são indispensáveis para reduzir riscos. Motoristas profissionais precisam de capacitação contínua.

O exame toxicológico para CNH detecta uso de drogas e medicamentos controlados. Resultado positivo pode impedir a emissão da habilitação temporariamente.

Uma pesquisa da Serasa/Zapay revela que 57% dos proprietários consideram ter um veículo próprio vantajoso. O levantamento também aponta que 63% usam o carro diariamente, principalmente para compras e trabalho. Além disso, a desvalorização de veículos populares pode chegar a 15% ao ano.

Quase um em cada três sinistros nas rodovias federais brasileiras está relacionado à saúde do motorista, segundo estudo da Abramet. Os dados, baseados em registros da PRF entre 2014 e 2024, mostram que fatores ligados ao comportamento e à saúde dos condutores somam cerca de 80% das ocorrências.

O Atlas da Violência 2026 revela que motociclistas já são 41,6% das vítimas fatais no trânsito brasileiro. Entre 2019 e 2024, as mortes em sinistros com motos cresceram 38%. Norte e Nordeste concentram os cenários mais preocupantes.