Dirigir com pneus desgastados é um risco que muitos motoristas subestimam. Rachaduras, bolhas, deformações, vibrações durante a condução e perda de aderência são alguns dos indícios que merecem atenção. Conforme a DUNLOP Pneus, esses problemas podem comprometer a segurança antes mesmo de o pneu atingir o limite mínimo de desgaste indicado pelo TWI (indicador de desgaste da banda de rodagem). Identificar esses indícios com antecedência evita riscos e garante que o veículo continue “andando bem” em qualquer condição.
Sinais visíveis de desgaste
O primeiro passo para identificar pneus desgastados é a inspeção visual frequente. Rachaduras na lateral ou na banda de rodagem indicam ressecamento da borracha, comum em pneus com mais de cinco anos de uso. Bolhas ou saliências na superfície são sinais de que a estrutura interna foi danificada, geralmente por impactos contra buracos ou meios-fios. Deformações, como desgaste irregular em formato de serra ou apenas em um dos lados, apontam problemas de alinhamento ou suspensão. A perda de aderência, perceptível em curvas ou frenagens, também é um alerta. A DUNLOP Pneus ressalta que esses problemas podem surgir antes de o TWI ficar rente à superfície, ou seja, o pneu pode estar inseguro mesmo com sulcos aparentemente profundos.
Vibrações e desempenho comprometido
Além da inspeção visual, o motorista deve ficar atento a sensações ao volante. Vibrações excessivas, especialmente em velocidades mais altas, podem indicar desbalanceamento ou deformações internas do pneu. A perda de aderência em piso molhado é outro sinal crítico: pneus com borracha endurecida ou sulcos rasos não conseguem expelir a água, aumentando o risco de aquaplanagem. A DUNLOP Pneus recomenda que, ao perceber qualquer um desses sintomas, o motorista procure uma oficina especializada. A avaliação por profissionais especializados também é importante, principalmente antes de viagens longas ou após impactos severos contra buracos e obstáculos. Essa inspeção técnica pode identificar danos internos que nem sempre são perceptíveis a olho nu.
Manutenção preventiva: o que fazer
Além da inspeção visual frequente, a recomendação é realizar a manutenção preventiva dos pneus periodicamente. Isso inclui manter a calibragem correta, fazer alinhamento e balanceamento quando necessário e respeitar a capacidade de carga e as especificações indicadas pelo fabricante do veículo. A calibragem inadequada acelera o desgaste e compromete a estabilidade. O alinhamento evita que o pneu se desgaste de forma irregular, enquanto o balanceamento elimina vibrações. Seguir as recomendações do fabricante quanto à pressão e ao índice de carga é essencial para a segurança. A DUNLOP Pneus reforça que a manutenção preventiva prolonga a vida útil dos pneus e mantém o desempenho esperado.
Quando substituir os pneus
Como os pneus influenciam diretamente na frenagem, na estabilidade e no desempenho do veículo, realizar a substituição no momento adequado é uma medida importante para reduzir riscos e garantir viagens mais seguras. A DUNLOP Pneus orienta que, ao notar qualquer um dos sinais citados, o motorista deve substituir o pneu imediatamente, mesmo que o TWI ainda não tenha sido atingido. A troca também é recomendada quando o pneu completa seis anos de fabricação, independentemente do estado visual. A inspeção profissional periódica, especialmente após impactos severos, ajuda a detectar problemas internos. A fonte não detalhou a frequência exata da inspeção, mas sugere que seja feita ao menos uma vez por mês e antes de viagens longas.
Em resumo, a atenção aos sinais de desgaste e a manutenção preventiva são as melhores formas de garantir a segurança ao volante. A DUNLOP Pneus alerta que problemas como rachaduras, bolhas e vibrações podem surgir antes do desgaste mínimo indicado pelo TWI. Portanto, o motorista não deve esperar o indicador de desgaste para agir. Com cuidados simples, é possível evitar acidentes e prolongar a vida útil dos pneus.
Fonte
- www.portaldotransito.com.br
- Sergiy1975 para Depositphotos (depositphotos.com)

