Se locomover nas cidades, especialmente nas maiores e metrópoles, não é tarefa fácil. A mobilidade urbana enfrenta desafios como infraestrutura deficiente, excesso de veículos e transporte público caro e ineficiente. Diante disso, muitos brasileiros se perguntam: ainda vale a pena ter carro?
Quase metade dos lares tem carro
Segundo a PNAD Contínua, quase metade dos domicílios brasileiros possui pelo menos um carro. Um quarto tem apenas motocicletas, e cerca de 13% tem carro e moto. São mais de 77 milhões de veículos e 35 milhões de motos circulando nas ruas. A posse de automóvel é expressiva, mas o custo de mantê-lo também.
Carro é um dos maiores gastos
Levantamento da Serasa indica que 67% dos lares têm o custo com o automóvel entre os três principais gastos, atrás apenas da alimentação. O carro é usado principalmente para compras, tarefas diárias, lazer, trabalho ou estudo. Quase metade dos entrevistados também o utiliza para viagens a turismo.
Custo mensal médio de R$ 2 mil
Estima-se que um carro popular custa, em média, R$ 2 mil por mês. O valor varia conforme o tipo de veículo, a quilometragem rodada e a manutenção. Por ser um gasto alto, muitas pessoas buscam alternativas.
Alternativas para economizar
Alternar com o transporte público pode gerar economia. Muitos optam por alugar carro apenas em finais de semana ou viagens. O carro por assinatura surge como opção para quem precisa do veículo com frequência, com menos burocracia. Até o transporte por aplicativo pode ser mais econômico que os custos mensais de um carro próprio.
Economia pode render no futuro
Com planejamento, é possível economizar no fim do mês. Esse dinheiro pode ser investido em opções como títulos de capitalização, que oferecem rentabilidade e garantias para o futuro. A decisão de ter ou não carro depende das necessidades individuais e do planejamento financeiro de cada um.
