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Casal viaja 40 mil km por 16 países das Américas em Nissan Sentra


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Casal viaja 40 mil km por 16 países das Américas em Nissan Sentra
Crédito: autoesporte.globo.com

A expedição continental de 2007

Entre as muitas viagens de carro que cruzaram as três Américas, uma se destacou pela singularidade e pelo veículo utilizado. A jornada começou em setembro de 2007, mas o carro já tinha uma história peculiar antes mesmo de rodar pelas estradas do continente.

Quando a aventura teve início, o automóvel já havia completado o percurso total de ida e volta, porém não por terra. Curiosamente, ele realizou esse trajeto completo via navio. Esse detalhe antecipava a natureza extraordinária da expedição que estava por vir.

A viagem percorreu impressionantes 40 mil quilômetros através de 16 países das Américas. Ela conectou diferentes culturas e paisagens em uma única jornada terrestre. Essa dimensão continental acabaria por inspirar até mesmo a fabricante do veículo.

O Nissan Sentra 3 Americas: uma homenagem da marca

Impressionada com a expedição, a Nissan decidiu homenagear a aventura de forma concreta. A fabricante lançou uma série especial do modelo Sentra, batizada de “3 Americas” em referência direta à travessia continental.

Características técnicas da edição limitada

A série especial 3 Americas apresentava diferenças significativas em relação à versão S padrão. A principal alteração técnica era a adoção do câmbio CVT, que oferecia uma experiência de condução distinta.

O sistema de som recebeu atenção especial com um toca-CD Rockford Fosgate para seis discos. O pacote de áudio era complementado por um amplificador sob o banco do passageiro e dois alto-falantes adicionais.

Produção limitada e valor simbólico

A produção desta série especial foi extremamente limitada, com apenas 240 unidades fabricadas. Isso a tornou um item de colecionador. A escassez aumentava ainda mais o valor simbólico da homenagem à expedição continental.

O destino final do veículo histórico

Após completar sua jornada épica pelas Américas, o carro que realizou a expedição enfrentou um destino surpreendentemente comum. A Nissan, apesar de ter criado uma série especial em homenagem à viagem, não demonstrou interesse em manter o veículo original em sua posse.

Como consequência, o automóvel histórico seguiu um caminho bastante convencional. Ele acabou sendo vendido como qualquer outro veículo usado de frota, sem tratamento especial ou preservação como peça museológica.

Este destino final representava um contraste interessante com a natureza extraordinária da jornada que o carro havia completado. A venda como veículo comum encerrava o capítulo físico da expedição, embora sua memória permanecesse através da série especial criada em sua homenagem.

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