A BYD prepara uma nova geração do Dolphin Mini, que promete mudanças significativas em porte, design e desempenho. O hatch, atualmente o carro elétrico mais vendido do Brasil, deixa de ser subcompacto e passa a ser compacto, com dimensões que o aproximam do rival Geely EX2. O motor elétrico ganha potência, saltando de 75 cv para 129 cv, elevando a velocidade máxima para 150 km/h. Ainda não há informações sobre bateria e autonomia, mas a chegada ao Brasil é dada como certa.
Crescimento de porte e novo segmento
Com as novas medidas, o hatch deixa de ser subcompacto e se torna um compacto de fato. O aumento no comprimento é notável: o modelo é maior até mesmo que o Dolphin GS (4,12 m) e chega perto do Dolphin Plus (4,29 m). Essa mudança de categoria coloca o Dolphin Mini em um patamar mais competitivo no mercado de elétricos compactos.
O novo porte iguala o Dolphin Mini ao rival Geely EX2, que mede 4,13 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,58 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. Assim, o espaço interno deve ser similar, oferecendo mais conforto aos ocupantes. A fonte não detalhou as medidas exatas do novo Dolphin Mini, mas a equiparação com o EX2 indica um crescimento significativo.
Vídeo: YouTube | Fonte: autoesporte.globo.com
Design reformulado e modernizado
O design acompanhou o porte e foi completamente reformulado. A identidade do carro foi mantida, mas com linhas modernizadas e estilo geral amadurecido. Na dianteira, o para-choque foi redesenhado e ganhou recortes mais incisivos, enquanto os faróis ficaram maiores e com formato mais espichado, conferindo uma aparência mais agressiva e contemporânea.
Nas laterais, a carroceria preserva a linha de cintura ascendente do modelo atual e os vincos marcantes na base das portas, mas ganha coluna C completamente reformulada e com aplique plástico bem maior. Esse detalhe ajuda a quebrar a monotonia visual e dá um toque esportivo. Na traseira, o novo Dolphin Mini perde as lanternas interligadas do modelo atual e agora exibe peças separadas. Apesar da mudança, o formato horizontal é o mesmo e a iluminação continua em LED. O para-choque acompanha as mudanças com novo suporte para a placa e luzes refletoras reposicionadas.
Motor mais potente e desempenho superior
Na mecânica, a principal novidade confirmada até agora é o motor elétrico de 129 cv, que substitui o atual de 75 cv. Esse ganho de potência representa um aumento de 72%, o que deve refletir em acelerações mais rápidas e retomadas mais vigorosas. Com isso, a velocidade máxima homologada salta de 130 km/h para 150 km/h, tornando o carro mais apto para rodovias.
Dados sobre bateria e autonomia, porém, ainda não foram divulgados. A fonte não detalhou a capacidade da bateria nem a autonomia estimada, o que deixa em aberto uma das principais questões para os consumidores. Espera-se que a BYD mantenha a eficiência energética característica da marca, mas apenas testes futuros poderão confirmar.
Sucesso de vendas e expectativa de chegada ao Brasil
O Dolphin Mini atual é o carro elétrico mais vendido do Brasil. Esse desempenho comercial expressivo mostra a aceitação do modelo no mercado nacional. Diante do sucesso, a chegada da nova geração por aqui é apenas questão de tempo. A BYD deve aproveitar o momento favorável para lançar a versão atualizada, que promete agradar ainda mais os consumidores com mais espaço, potência e design renovado.
Com a concorrência acirrada no segmento de elétricos compactos, o novo Dolphin Mini terá pela frente rivais como o Geely EX2 e outros modelos que buscam conquistar o consumidor brasileiro. A expectativa é que a BYD anuncie em breve mais detalhes sobre bateria, autonomia e preços, para que o público possa avaliar se o hatch mantém a liderança de vendas.
Fonte
- autoesporte.globo.com
- clicar aqui (www.assineglobo.com.br)
