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Coleção de 50 Ferrari vendida por R$ 660 milhões após morte do dono


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Coleção de 50 Ferrari vendida por R$ 660 milhões após morte do dono
Crédito: autoesporte.globo.com

Uma coleção de 50 carros da Ferrari foi leiloada por R$ 660 milhões após a morte de seu dono. O acervo, composto por veículos raros da fabricante italiana produzidos entre 1950 e 2010, atraiu grande interesse de colecionadores.

A venda marcou um capítulo final para uma das mais valiosas garagens particulares do mundo.

Destaques do leilão milionário

O lote de automóveis incluiu modelos icônicos como:

  • 365 GTB
  • Testarossa
  • 360 Challenge Stradale
  • 575M Superamerica
  • Dino

De forma geral, os modelos foram arrematados por no máximo US$ 1,87 milhão cada. No entanto, algumas peças excepcionais alcançaram valores significativamente mais altos.

Ferrari Enzo 2003: o carro mais caro

O destaque foi uma Ferrari Enzo 2003, vendida por US$ 17,9 milhões (R$ 94,6 milhões). Este modelo teve apenas 400 unidades produzidas.

Equipado com motor 6.0 V12 de 660 cv e transmissão automática, tornou-se um objeto de desejo para entusiastas. A transação representou um marco no evento.

Modelos de edição limitada

A coleção contava com exemplares raros de produção extremamente restrita:

  • Duas das 60 unidades da Ferrari F40 1992 (configuração EUA)
  • Uma das 55 unidades da F50 1995 vendidas no país

A F50 1995 teve o segundo arremate mais caro do acervo, alcançando R$ 64,6 milhões. A garagem ainda possuía as últimas configurações americanas da LaFerrari.

Programa exclusivo FXX

Ferrari FXX 2006: raridade em amarelo

Destacava-se uma Ferrari FXX 2006, parte do programa exclusivo FXX da marca. Este modelo é uma entre apenas 30 unidades fabricadas, sendo a única com a cor amarela de série.

Equipado com motor 6.3 V12 aspirado de 811 cv, seu câmbio automatizado realiza trocas em 0,1 segundo. Foi arrematado por R$ 33,5 milhões.

Peça histórica: a mais antiga da coleção

A mais antiga tem 73 anos: uma Ferrari 166 MM/53 Vignale Spyder de 1953. Representa os primórdios da fabricante italiana.

Em contraste com supercarros modernos, oferecia motor 2.0 V12 de 162 cv e transmissão manual de cinco velocidades.

Esta peça histórica completava um acervo que abrangia mais de seis décadas de produção automotiva. O leilão dispersou parte da história do automobilismo.

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