Nove meses após avaliar o BMW X5 híbrido plug-in (PHEV), que custava quase R$ 800 mil, o autor recebeu o BMW X7. O SUV gigante, avaliado em R$ 1 milhão, chega ao mercado brasileiro como um dos modelos mais caros da marca. Com visual imponente e repleto de tecnologia, o X7 promete conforto extremo para até sete ocupantes.
Design imponente e esportivo
Na traseira, o visual do X7 é mais retilíneo e “quadradão”, contrastando com as linhas mais fluidas de outros SUVs. As saídas de escapamento entregam a veia esportiva da divisão M Sport, reforçando o caráter dinâmico do modelo. A suspensão a ar pode rebaixar a carroceria em 2 cm e subi-la até 4 cm, facilitando o acesso e melhorando a aerodinâmica.
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Cabine de luxo e conforto
Na cabine do X7, o passageiro não se lembra da existência de plástico, pois Alcântara e couro imperam. Os bancos possuem ventilação, aquecimento e massagem, ajustáveis em diferentes partes. Até os porta-copos podem ser aquecidos ou resfriados, um mimo para os ocupantes. Na terceira fileira, adultos de estatura média encontram conforto, com portas USB-C, iluminação ambiente, porta-copos e abertura exclusiva do teto solar.
Consumo e desempenho
De acordo com o Inmetro, o consumo do X7 é de 8 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada. No período que o autor passou com o carro, não passou de 7,2 km/l na cidade. O eixo traseiro do X7 não é esterçante, função disponível no sedã i7, o que pode impactar a manobrabilidade em espaços apertados.
O BMW X7 se consolida como um SUV de luxo que entrega conforto e tecnologia de ponta, mas o consumo elevado e a falta do eixo traseiro esterçante podem ser pontos de atenção para quem busca o máximo em dirigibilidade urbana.
Fonte
- autoesporte.globo.com
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