Atualmente, no mercado automotivo, não são só os carros que desenvolvem novas tecnologias a todo vapor. Ultimamente, novas funcionalidades de radares e pedágios têm sido constantemente apresentadas. Entre elas, destaca-se o chamado “radar do futuro”, um sistema capaz de identificar muito mais do que a placa do seu carro. A tecnologia já está em atividade em solo europeu, mas no Brasil não há qualquer informação ou previsão sobre sua possível chegada. O assunto levanta debates sobre privacidade e proteção de dados, especialmente à luz da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
O que é o “radar do futuro”?
O “radar do futuro” é um sistema avançado de monitoramento veicular que vai além da simples leitura de placas. Ele pode capturar informações como velocidade, tipo de veículo, número de ocupantes, uso do cinto de segurança e até mesmo comportamentos suspeitos. A tecnologia utiliza câmeras de alta resolução, sensores e inteligência artificial para processar os dados em tempo real. Na Europa, onde já está em operação, o sistema é usado para fiscalização de trânsito e segurança pública. A fonte não detalhou todos os sensores envolvidos, mas sabe-se que a capacidade de coleta de dados é vasta.
Vídeo: YouTube | Fonte: autoesporte.globo.com
Privacidade e a LGPD em questão
Outro ponto levantado é a questão jurídica de privacidade, que implica em questões equivalentes à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) presente por aqui. Especialistas apontam que a coleta de dados pessoais, como imagens dos ocupantes e padrões de deslocamento, pode violar direitos fundamentais se não houver regulamentação clara. Na Europa, o sistema opera sob o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que exige transparência e consentimento. No Brasil, a LGPD estabelece regras semelhantes, mas a aplicação a radares ainda é incerta. A fonte não detalhou se há estudos sobre compatibilidade com a legislação brasileira.
Sem previsão de chegada ao Brasil
Não há qualquer informação ou previsão sobre uma possível chegada do “radar do futuro” ao Brasil. Enquanto isso, o país já discute outros avanços na fiscalização de trânsito. Autoesporte já havia falado sobre os pardais que funcionam com o recurso da inteligência artificial. Também já havia falado sobre a fake news sobre a chegada dos radares de velocidade média no Brasil. A ausência de previsão para o “radar do futuro” não impede que o debate sobre privacidade e tecnologia avance. A fonte não detalhou quais órgãos brasileiros estariam avaliando o sistema.
Tecnologia em evolução constante
Atualmente, no mercado automotivo, não são só os carros que desenvolvem novas tecnologias a todo vapor. Ultimamente, novas funcionalidades de radares e pedágios têm sido constantemente apresentadas. O “radar do futuro” é apenas um exemplo de como a fiscalização de trânsito pode se tornar mais inteligente e invasiva. Enquanto isso, o Brasil acompanha de longe essas inovações, sem data para implementação. A fonte não detalhou se há testes em andamento no país.
Fonte
- autoesporte.globo.com
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