Licitação para demolição e reconstrução
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) abriu licitação de R$ 430,4 milhões para demolir e reconstruir a Ponte Prefeito Leôncio Miranda, localizada no km 164 da BR-235, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama, na região central do Tocantins.
A abertura das propostas está marcada para 22 de janeiro de 2027, às 15h. No entanto, não há previsão de início das obras, conforme informações do órgão.
O valor estimado da contratação é de R$ 430,46 milhões e inclui os estudos, os projetos e a execução dos serviços necessários à substituição da ponte. A estrutura atual tem pouco mais de 20 anos.
Vídeo: YouTube | Fonte: estradas.com.br
Histórico de interdições e avaliações estruturais
A travessia foi totalmente interditada em maio de 2026, após a identificação de problemas estruturais. Em julho, o DNIT realizou testes com caminhões que totalizavam até 360 toneladas. As avaliações identificaram deformações permanentes e problemas no concreto das fundações. O órgão concluiu que a recuperação da ponte não seria suficiente para garantir sua segurança.
Situação atual da travessia
Desde 25 de agosto, a ponte está parcialmente liberada para automóveis e motocicletas, sob monitoramento técnico. Caminhões e outros veículos pesados permanecem proibidos de utilizar a travessia. O DNIT recomenda respeitar a sinalização e as restrições de circulação enquanto a ponte atual permanecer em operação limitada.
Impactos na região
A Ponte Prefeito Leôncio Miranda é um importante ponto de ligação na BR-235, rodovia que corta o Tocantins. A interdição para veículos pesados desde maio afetou o transporte de cargas na região. Os impactos econômicos e as rotas alternativas não foram informados pelo DNIT.
Próximos passos do processo licitatório
O processo licitatório prevê a demolição da estrutura existente e a construção de uma nova ponte no mesmo local. A contratação integrada inclui desde os estudos até a execução das obras. A abertura das propostas em 22 de janeiro de 2027 é o próximo passo formal; o início das obras depende de homologação, assinatura de contrato e emissão de ordens de serviço.
Enquanto a nova ponte não é construída, a travessia continua com restrições. O monitoramento técnico da estrutura atual é uma medida para garantir a segurança dos usuários que podem utilizar a ponte. O DNIT não informou a duração dessa condição nem se haverá novas avaliações estruturais.

