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BYD Dolphin G híbrido: até 212 cv e vendas iniciadas

BYD Dolphin G híbrido: até 212 cv e vendas iniciadas

Crédito: autoesporte.globo.com

Design exclusivo e dimensões

O BYD Dolphin G híbrido chega ao mercado com identidade visual própria. Segundo a fabricante, o modelo adota faróis em LED pontiagudos interligados por uma faixa em preto brilhante, maçanetas semi-ocultas, teto alto e ampla área envidraçada. Na traseira, as lanternas formam uma única peça e têm iluminação em LED com gráficos exclusivos. Dependendo da versão, as rodas podem ser de 16 ou 18 polegadas.

Em termos de tamanho, o hatch híbrido possui 4,16 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de distância entre-eixos. Para efeito de comparação, o Dolphin convencional mede 4,12 m de comprimento e chega aos 4,29 m na versão Plus, sempre com 2,70 m de entre-eixos. Já o Dolphin Mini conta com 3,78 metros de comprimento (ou 3,99 m na versão para Europa) e 2,50 m de entre-eixos. Dessa forma, essas diferenças posicionam o Dolphin G como uma opção intermediária na linha.

Vídeo: YouTube | Fonte: autoesporte.globo.com

Interior revelado e equipamentos

O interior do Dolphin G foi finalmente revelado pela BYD. O painel exibe quadro de instrumentos digital à frente da direção e multimídia em posição central, além de materiais variados na composição do acabamento, incluindo detalhes em preto brilhante e elementos prateados. O volante multifuncional de três raios é padrão em quase todos os carros da marca. O console central elevado abriga uma fileira de botões físicos, porta-copos expostos e um carregador sem fio.

A capacidade do porta-malas é de 425 litros, aumentando para 1.225 litros com os bancos da segunda fileira rebatidos. Esse volume atende bem ao uso familiar e viagens, superando concorrentes diretos em espaço interno.

Motorização híbrida plug-in

O conjunto híbrido plug-in DM-i do Dolphin G é praticamente o mesmo recém-adotado no Brasil pelo SUV compacto Atto 2. O sistema combina um motor 1.5 aspirado de quatro cilindros a gasolina com 95 cv com uma máquina elétrica instalada no eixo dianteiro. Na versão básica, o conjunto entrega 175 cv e 21,4 kgfm de torque, além de contar com uma bateria de 7,4 kWh que garante autonomia de 40 km no modo elétrico, segundo o ciclo WLTP.

Nas demais versões, a potência combinada sobe para 212 cv e a bateria passa a ser de 18 kWh, gerando alcance elétrico de 90 a 105 km. A autonomia total, independentemente da bateria, supera os 1.000 km. O hatch acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e tem velocidade máxima de 180 km/h.

Produção nacional e flex

No Brasil, o Dolphin G será flex e terá produção nacional na fábrica de Camaçari (BA). A decisão de fabricar localmente visa reduzir custos e atender ao mercado com maior competitividade. A versão flex permite o uso de etanol, ampliando as opções de combustível e alinhando-se às políticas de descarbonização.

Com esse lançamento, a BYD reforça sua presença no segmento de híbridos plug-in, oferecendo um hatch que combina eficiência elétrica para o dia a dia com a autonomia de um motor a combustão para viagens longas. O Dolphin G já está disponível nas concessionárias, com preços a serem confirmados pela montadora.

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